DJ KOMKA


Nome artístico: Komka

Nome completo: João Komka

Naturalidade: Brasília, Brasil

Nascimento: 02 de abril de 1985

Cidade: Brasília

Estado: DF

Ano que começou a carreira: 2002

Estilo predominante: Electro

Telefone de contato: (61) 9987-7602

E-Mail: booking@komka.com

MSN – Messenger: msn@komka.com

Site: http://www.komka.com

Onde podemos escutar seu som: Semanalmente em festas do chamado “Underground Brasiliense”. Informações no site www.tuntistun.com.br. Sou também residente mensal da Superquinta, às quintas-feiras, no Gate’s Pub. Minha noite é, geralmente, a terceira quinta-feira do mês.

Como tudo começou: Comecei a gostar de música eletrônica no final dos anos 90. Quando voltei à Brasília, em 2000, comecei a freqüentar as festas. Gostava muito do Isn’t (um dos percussores da música eletrônica em Brasília). Ele tocava (e ainda toca) umas coisas esquisitas, puxadas pro rock, com vocais estranhos e melodias emotivas. Me apaixonei por aquelas músicas. Em 2001 decidi aprender a tocar. Procurei um curso e achei o da Reflex Som. Atualmente, analisando o curso, acho que o DJ Ronaldo Holanda tem uma didática excelente. Em pouco tempo entendi o conceito da mixagem. Infelizmente não segui o curso até o final, mas aqueles conceitos iniciais bastaram para eu entender a lógica da coisa. Comprei meus equipamentos, comecei a explorar softwares de produção e daí pra frente só veio experiência e amadurecimento musical.

Lugares onde tocou: De festas e festivais, posso citar o Brasília Music Festival, Vivo Open Air, Porão Do Rock, Electronic Music Beats, Love, Underground Movement, Techtronic, festa de lançamento da revista Vogue Brasília, BSB Mix, dentre outras. De clubes, D-Edge (São Paulo), Floor (Cuiabá), Pulse (Goiânia), Gate’s Pub, Trend, Filó, Macadâmia, BPM, Orange, dentre outros que não me recordo.

Seu recado: Muita gente procura aprender a tocar, pois quer tornar-se um DJ. Acho que o principal não é a técnica, o “aprender a tocar”, mas sim a pesquisa musical. Um DJ tem que saber o que toca, conhecer todo o universo da música eletrônica e, principalmente, o universo do seu estilo. O DJ tem que apresentar músicas novas às pistas, construir HITS, sem esquecer dos clássicos, é claro. O DJ deve, acima de tudo, emocionar a público. E, para isso, acredito que deva haver muita pesquisa e muito tempo gasto na Internet conhecendo artistas, músicas e selos. Sinto uma falta imensa disso. Vejo muita gente tocando o óbvio e agradando as pessoas daqui. Mas há quem entenda. E o reconhecimento vem para aqueles que fazem um trabalho realmente profissional. Bagagem, identidade e técnica são as três palavras-chave.


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